Gripe H1N1, imunidade já!

Julho 2010 0 Comments da Redação

A tão conhecida gripe suína ou gripe A, é combatida ferozmente pelo Governo Federal através de uma campanha de vacinação nacional. O fato é que, mesmo sendo disponibilizada apenas para certas faixas etárias, há opções de vacinação na rede privada e, segundo a Dra. Lilian Zaboto, há necessidade sim, de todas as pessoas se imunizarem da popular gripe suína. Em um bate papo descontraído ela nos dá várias dicas e particularidades sobre a pandemia que assolou o mundo em 2009.

A importância de se tomar a dose da vacina H1N1. Existem algumas pessoas que se enquadram no grupo de risco, e se recusam a atender a determinação da campanha de vacinação. Ao se submeter à aplicação da vacina, o indivíduo se torna imune à gripe A (H1N1), ou a popularmente conhecida e pandêmica gripe suína. Quanto mais pessoas se proporem a tomar a vacina, diminui o risco de desenvolvimento da doença e conseqüentemente sua disseminação, e de um novo surto como houve em 2009. Obrigatoriedade da vacinação Não existe faixa etária para a imunização. A princípio todas as pessoas devem receber a dose da vacina. O governo selecionou um grupo de pessoas, cuja faixa etária se enquadra no grupo de risco para a doença, tendo como referência, pessoas infectadas no surto de 2009. Para as demais pessoas, que não fazem parte do grupo de risco estabelecido pelo governo, existe clinicas particulares que estão aplicando a vacina, e cabe ressaltar que, essas vacinas são diferentes das fornecidas pelo governo, pois possuem além da imunização ao H1N1, também aos dois vírus da gripe sazonal, que é realizada todos os anos pela rede privada. A vacina TRIVALENTE, dos laboratórios Solvay e Pasteur é fornecida em doses individuais, portanto, não requerem conservantes, outro diferencial com relação a vacina fornecida pelo governo. Em caso de efeitos colaterais Seguir os critérios básicos para qualquer mal estar pós vacinação: antitérmico e/ou analgésico em caso de febre, dor no corpo ou no local da aplicação. Mas a verdade é: menos de 5% dos indivíduos vacinados podem ter essas reações contrárias. É bem provável que a vacina com conservantes fornecida pelo governo, possa oferecer maior risco de reações adversas. Risco de contaminação Por ser produzida com vírus fracionado e não com vírus vivo atenuado, a vacina contra o vírus H1N1 não oferece risco de contaminação. Precauções a serem tomadas Devemos sempre, a despeito de clima ou época do ano, evitar locais fechados e sem ventilação, principalmente onde há acumulo excessivo de pessoas. Ter uma alimentação saudável, com ingestão de uma grande quantidade de líquido e claro, não se esquecer de higienizar as mãos freqüentemente com água, sabão e se possível, com álcool gel. Cuidados especiais com as crianças No caso de crianças, corisa, tosse e raramente febre, são características de um resfriado simples, enquanto que na gripe comum, é normal apresentar febre alta e dores no corpo. Já na gripe H1N1 a criança apresenta quadro de febre alta, dores no corpo, mal estar geral e sintomas respiratórios importantes como tosse e cansaço, pois o vírus H1N1 tem tropismo para as vias respiratórias baixas. O fato de permanecerem grande parte do dia em locais com grande acumulo de outras crianças, tais como escolas e creches, a disseminação do vírus se torna mais fácil. Portanto, aconselha-se, em caso de suspeita ou sintoma de gripe, levar as crianças à escola ou creche. Precauções básicas O álcool gel deve ser utilizado diariamente, independente da gripe suína, pois evita a contaminação e disseminação da gripe comum e de muitas outras doenças. Infelizmente sua eficácia só foi divulgada devido ao surto da gripe suína. A máscara deve ser utilizada por quem está com suspeita ou contraiu o vírus da doença, porém ela deve ser trocada a cada 2 horas para ser eficiente. Riscos atuais Devido à campanha de vacinação em massa, muito provavelmente o número de pessoas contaminadas pelo vírus será muito menor, com isso a disseminação e o risco de um novo surto, como aconteceu em 2009, é improvável.

Tratamento ortodôntico

Junho 2010 0 Comments por Redação

Como obter dentes perfeitos, boca saudável e um sorriso invejável?

De acordo com o Dr. Joder Ribeiro Mendonça, diretor clinico e proprietário da Uniorto Alphaville, os problemas ortodônticos iniciam-se de forma hereditária, ou seja, quando os pais passam aos seus filhos características genéticas que podem influenciar no crescimento dos ossos dos maxilares. As causas mais comuns são apinhamentos (dentes tortos), mordida cruzada, mordida profunda e mordida aberta. Mas há também fatores externos, que influenciam no desenvolvimento correto dos maxilares, como hábito de chupar chupeta ou os dedos, e a respiração. Detectado o problema, o ideal é que o tratamento inicie-se o quanto antes, em crianças recomenda-se começar por volta dos três anos . Com as novas tecnologias, as força utilizadas nos aparelhos são totalmente fisiológicas e não prejudicam as raízes dos dentes. A qualidade na mastigação, na manutenção da saúde bucal e na estética, geram maior auto-estima e contribuem para uma vida melhor e saudável, beneficiando o paciente socialmente, pois, não existe idade máxima para realizar o tratamento ortodôntico. “A Uniorto Alphaville centro de excelência especializado no tratamento ortodôntico possui ambientes que amenizam o estresse normalmente causado pela ida ao dentista. Tendo como tema principal de decoração a pratica de esportes”. “Dr. Jorder Ribeiro Mendonça – CRO-SP 46.246 é formado pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) e Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pelo Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo (SOESP). Membro do Grupo Elite do Damon System-Brasil. Diretor Clínico e Proprietário da Uniorto Alphaville.”