“Bebidas a base de Café para esquentar o Inverno”

Julho 2010 0 Comments da Redação

No inverno o Café e as bebidas quentes sempre aparecem como sugestões especiais para melhorar e esquentar o nosso dia

CAFÉ VIENENSE Ingredientes: 100 g de chocolate meio amargo picado 4 colheres (sopa) de açúcar 400 ml de café fervente levemente adoçado 200 ml de creme de leite fresco chantilly canela em pó cacau amargo Modo de preparo: Em uma panela, coloque o chocolate e o açúcar para derreter em banho-maria. Em seguida, acrescente aos poucos o café e o creme de leite, batendo continuamente com o batedor manual até obter uma mistura espumosa. Despeje o café vienense em 4 taças, decore com o chantilly e polvilhe com a canela e o cacau. Sirva a seguir. Dicas Creme de leite: A presença do creme de leite em quase todas as receitas garante a aparência da bebida. Seja no contraste das cores ou na espuma que convida ao consumo imediato.

CAPPUCCINO Ingredientes: 200ml de leite vaporizado 50ml de café coado 10g de chocolate em pó Calda de chocolate meio amargo para enfeitar Modo de preparo: Coloque o café quente em uma xícara e salpique com chocolate em pó e em seguida despeje o leite. Faça desenhos no topo da xícara usando a calda do chocolate.

COFFEE SHAKE Ingredientes: 2 bolas de sorvete de chocolate 1 bola de sorvete de café 2/3 xícara de leite bem gelado 1 colher (chá) de café solúvel 1 colher (sopa) de chocolate em pó Modo de preparo: Misture o café e o chocolate em pó, reserve. Coloque em um liquidificador o sorvete e o leite e bata para ficar cremoso. Despeje em um copo alto e salpique com a mistura de chocolate e café solúvel.

Delícias do Inverno Sopas e Caldos

Julho 2010 0 Comments por Redação

A palavra sopa origina-se do teutônico “suppa”, que refere-se a um prato medieval contendo um ensopado espesso. A sopa mais rala tornou-se popular na Europa no século 17 quando a colher foi inventada.

O inverno já está dando sinais de que esse ano não será nada brando. É nesse momento que aparece a vontade de tomar algo quente, aliado a comodidade de não precisar higienizar frutas e verduras, que se destacam as sopas, caldos e consumês. Esses alimentos podem, além de nutrir, aquecer durante o inverno, por isso vamos conhecer a diferenças básicas entre eles. Caldos: mesmo sendo da família das sopas, se destacam por serem espessos, engrossados e conterem ingredientes sólidos. Consumê: caldo geralmente de carne com sabor concentrado. Sopas claras: São mais líquidas que os caldos, porém são preparadas à base de carnes, aves, peixes, vegetais e grãos. Sopas creme: o preparo é semelhante as sopas claras, podendo variar nos ingredientes e temperos, porém são processadas em forma de purê ralo, usando-se liquidificador ou passada na peneira. Muito se questiona a respeito do valor nutricional das sopas e caldos, porém tudo vai depender dos ingredientes adicionados. Existe uma divisão entre as ricas em gorduras que são preparadas à base de cremes de leite e as ricas em carboidratos que são à base de mandioca, batata, mandioquinha, ervilha, macarrão ou arroz, porém ambas são muito calóricas. Riquíssimos em vitaminas, e com serventia de base para a sopa, os caldos muitas vezes são excessivos nas gorduras, porém, podem ser retiradas facilmente, pois a gordura quando esfria, torna-se sólida, por isso, após deixar o caldo na geladeira por 3 ou 4 horas, pode-se remover, facilmente, a gordura com uma colher, mesmo que isso se mostre grosseiro. Há uma grande preocupação no modo de preparo das sopas e caldos, no que se refere ao aproveitamento maior possível dos nutrientes e fibras liberados pelos alimentos no momento do cozimento. No entanto, seguem algumas dicas: sempre adicionar as carnes em água fria, pois é liberada uma substância chamada purina, que se encontra presente nas carnes. À medida em que a água for fervendo a purina é liberada de forma gradual. Se a sopa for coada, os vegetais também deverão ser adicionados com a água ainda fria, para que os nutrientes sejam transferidos para a água. No inverno, principalmente, muitas pessoas adotam esse tipo de alimentação mais frequentemente, pois por tratar-se de um prato especificamente quente, dá uma sensação de conforto térmico, porém já não é mais uma exclusividade dessa estação do ano, por exemplo, no verão, como entradas, estão sendo servidas sopas frias. Porém, para cada estação do ano, deve-se levar em conta os ingredientes a serem utilizados.

SOPA CREMOSA COMPLETA Ingredientes: 2 pedaços grandes de mandioca cozida 1 xícara de leite 2 cenouras cortadas em cubos 1 cebola pequena ralada 1 dente de alho amassado 2 colheres (sopa) de azeite de oliva 4 salsichas de peru ou de chester cortadas em rodelas 5 xícaras de água 2 colheres de salsinha picada Modo de preparo: Bata a mandioca no liqüidificador com o leite e peneire. Leve essa mistura ao fogo, acrescente a água, a cenoura e cozinhe por 10 minutos. Doure no azeite a cebola e o alho, e junte na sopa. Acrescente a salsicha, cozinhe mais um pouco. Junte a salsinha e sirva em seguida. Sirva com pãozinho de minuto ou pão caseiro e um suco de fruta tropical como carambola.

Delícias da Cozinha Italiana

Julho 2010 0 Comments por Redação

A cozinha italiana é, sem dúvida alguma, uma das mais ricas do mundo. Tem a capacidade de agregar, em um só país, diversas correntes gastronômicas que nem mesmo o mais fanático italiano consegue enumerá-las.

A maneira que o italiano tem de cozinhar se desenvolveu-se com o passar dos tempos e sempre se manteve bem diversificado com relação a outras cozinhas européias. Apesar de possuir várias tendências, de acordo com as influências externas maceradas no país com o passar dos tempos, a cozinha italiana pode ser dividida em duas grandes famílias: a do norte, continental e próxima de muitas das correntes centro-européias; e a mediterrânea, própria do centro, do sul e das grandes ilhas, Sicília e Sardenha. A primeira é rica em especiarias, enquanto a segunda é freqüentemente barroca e, em outras ocasiões, um pouco mais complexa.

A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana e sim um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes encontram-se no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos, que levaram os primeiros chefs notáveis à região da Itália. Essas influências ajudaram a moldar o que hoje se conhece como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho. E, em todas as alternativas, um item em comum e indispensável: o azeite de oliva. Conforme recomendam os italianos, a melhor forma de extrair todo o prazer possível de uma boa mesa é apreciar com os olhos, com o nariz e com a boca, inteirando-se do prato já a partir do seu visual até o instante final de saboreá-lo.